Travar a destruição da <em>Autosil</em>
Os 190 trabalhadores do único fabricante em Portugal de baterias de arranque para automóveis, a ex-Autosil, actual AA Silva, estão ameaçados de despedimento.
Reunidos em plenário, dia 20, à porta da empresa, na Estrada de Paço D’arcos, os trabalhadores analisaram a situação que o Sindicato das Indústrias Eléctricas do Sul e Ilhas revelou à comunicação social: o negócio de permuta dos terrenos da empresa que não são urbanizáveis e pertencem, há cinco anos, ao Grupo Millenium BCP, por outros, com autorização de construção e urbanizáveis, propriedade do município de Oeiras.
Há duas semanas, a administração anunciou a intenção de encerrar o segundo turno de laboração despedindo mais de 30 trabalhadores.
Rogério Silva, dirigente do Siesi/CGTP-IN, exortou os trabalhadores que têm sofrido as consequências do desrespeito da contratação colectiva pela administração, a lutarem pelos postos de trabalho e a viabilização da empresa. Tanto mais, quanto, «nos últimos anos, tem obtido resultados positivos», salientou, recordando os gastos de mais de 70 mil euros mensais com salários de administradores.
O deputado do PCP, Miguel Tiago, levou ao plenário a total solidariedade do Grupo Parlamentar comunista e garantiu que o Governo será confrontado com a situação.
Também os eleitos da CDU no Concelho de Oeiras anunciaram que vão exigir explicações ao presidente da edilidade, enquanto a Comissão Concelhia do PCP manifestou total disponibilidade para desenvolver acções em defesa dos empregos e dos direitos dos trabalhadores.
Reunidos em plenário, dia 20, à porta da empresa, na Estrada de Paço D’arcos, os trabalhadores analisaram a situação que o Sindicato das Indústrias Eléctricas do Sul e Ilhas revelou à comunicação social: o negócio de permuta dos terrenos da empresa que não são urbanizáveis e pertencem, há cinco anos, ao Grupo Millenium BCP, por outros, com autorização de construção e urbanizáveis, propriedade do município de Oeiras.
Há duas semanas, a administração anunciou a intenção de encerrar o segundo turno de laboração despedindo mais de 30 trabalhadores.
Rogério Silva, dirigente do Siesi/CGTP-IN, exortou os trabalhadores que têm sofrido as consequências do desrespeito da contratação colectiva pela administração, a lutarem pelos postos de trabalho e a viabilização da empresa. Tanto mais, quanto, «nos últimos anos, tem obtido resultados positivos», salientou, recordando os gastos de mais de 70 mil euros mensais com salários de administradores.
O deputado do PCP, Miguel Tiago, levou ao plenário a total solidariedade do Grupo Parlamentar comunista e garantiu que o Governo será confrontado com a situação.
Também os eleitos da CDU no Concelho de Oeiras anunciaram que vão exigir explicações ao presidente da edilidade, enquanto a Comissão Concelhia do PCP manifestou total disponibilidade para desenvolver acções em defesa dos empregos e dos direitos dos trabalhadores.